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Associação Livre de
Campinas


Formação e Ensino


Uma outra fala de amor
Mani Alvarez O amor pode ser falado de formas distintas pelos poetas, pelos enamorados e pelos doentes. Estes últimos o dizem da forma mais dolorosa, através do sofrimento de seus corpos, pelo negativo do amor, seu lado avesso, sua denegação. Fechado dentro de si, emaranhado em suas próprias redes narcísicas, o doente só fala de amor pelo corpo que dói, que se contorce, que morre. Não faz diferença que sua doença seja mental ou orgânica. Aliás, qual é a diferenç

Mani Alvarez
24 de jul.


Sabina Spielrein: Fundadora Esquecida da Psicanálise
A história e o pensamento de Sabina Spielrein, com seu texto precursor do conceito freudiano da pulsão de morte, "A destruição como causa do Devir". Uma brilhante médica, psicanalista e educadora. Fez grandes inovações no pensamento analítico, estava na vanguarda das formulações sobre a simbolização, a articulação entre psicanálise e linguística, a feminilidade, a infância e a educação.

Gabriel Lavorato Neto
6 de ago. de 2025
DesAforismos de Lacan
Palestra apresentada por Geraldino Alves Ferreira Netto, no VI Café Lacaniano promovido pela Associação Livre- Ensino Continuado, em Campinas.
26 de setembro de 2015

Geraldino Alves Ferreira Netto
13 de mai. de 2025
"Toda nudez será castigada"
Sou um menino que vê o amor pelo buraco da fechadura.
Sou (e sempre fui) um anjo pornográfico. (Nelson Rodrigues)

Geraldino Alves Ferreira Netto
13 de mai. de 2025
A INCONSISTÊNCIA DO SUJEITO FEMININO - Feminilidade e psicanálise
"Desde Hipócrates (IV a.C.), vemos essas pobres cabeças suarentas debruçadas sobre o enigma posto pelo feminino – mas o enigma não é o feminino e sim o lugar em que isto (o feminino) põe o sujeito." E assim Mani Alvarez vai tecendo seus argumentos para deixar falar o mais enigmático de todos os sujeitos: o feminino.

Mani Alvarez
9 de mai. de 2025
Tatuagem: uma escrita do inconsciente?
Por Geraldino Alves Ferreira Netto A história da tatuagem, da pintura corporal, dos piercings, não nos é contemporânea. Os povos ditos primitivos, que não usavam roupa, precisavam marcar sua diferença e identidade, com indicadores no corpo, com vários tipos de pintura, conforme iam para a guerra, para as festas ou comemorações, quando queriam disfarçar-se, mimetizar-se diante dos animais, para atraí-los na hora da caçada, bem como para marcar o pertencimento a determinada tri

Geraldino Alves Ferreira Netto
9 de mai. de 2025
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